Final Fantasy para vida toda – Parte 1 – Four Warriors of Light

final fantasy 1 - geek EremitaDesde que descobri o mundo dos RPG’s eletrônicos passei a sentir que tinha um lar.

Lembro-me de quando pude jogar Chrono Trigger e Mario RPG, confesso que no princípio mal entendia o que estava escrito nos menus, e tudo que fazia era pular as falas desesperadamente, aguardando pela próxima dungeon, louco para ver os novos monstros e desafios que me aguardavam.

Mais velho, nos primeiros anos da década passada, através dos emuladores pude ter uma verdadeira overdose de histórias fantásticas. Nunca me esquecerei, quando em Breath of Fire, lutei contra um poderoso mago dentro de uma imensa estátua.

Fiquei encantando ao saber que após derrotar o mago, recebi um item mágico, uma chave que me permitia controlar o gigantesco golem de pedra e ao fazê-lo andar, tirando-o de seu assentamento, consegui desbloquear um antigo rio fazendo com que voltasse a circular. Mais tarde descobri que este feito havia salvado duas cidades, que por estarem mais a baixo da correnteza, estavam sofrendo com a falta d’gua.golem Breath of Fire - geek EremitaMomentos como esse me marcaram tanto, que assim que descobri uma ferramenta chamada RPG MAKER 2000, fiquei apaixonado pela possibilidade de criar minhas próprias histórias. Lembro-me das divertidas conversas com meus amigos Cestari e Silas, tramando nossas próprias histórias, que infelizmente, nunca passaram de pequenos fragmentos e projetos inacabados.rpgmaker 2000 logo - geek EremitaAo longo destes anos, nunca desisti completamente da ideia de criar meu próprio jogo, e apesar do cotidiano engolir cada vez mais meus sonhos, esse ainda se mantém forte.

Um grande companheiro nessa batalha, são os jogos, ou diria, os universos criados pela Square Enix e seu expoente máximo – a saga Final Fantasy.Final Fantasy 1 logo - geek EremitaSeus chocobos, white mages, black mages e espadas gigantes moldaram (e ainda moldam) meu caráter fantástico.

Foi pensando nisso, que durante uma conversa com meu amigo Khaio, surgiu o desafio:

Jogar todos os jogos cronológicos da série Final Fantasy.

Eis que comecei o primeiro de todos, em sua versão remasterizada para Game Boy Advance, montei minha equipe escolhendo três magos (vermelho, preto e branco) e um guerreiro. Derrotamos o terrível espadachim Garland, que havia sequestrado a filha do rei, ajudamos uma velha bruxa e despertamos o príncipe dos elfos que havia sido posto em sono encantado.

Todas estas histórias são extremamente clichés, mas são ótimas, porque demonstram a essência deste tipo de conto, uma pureza e inocência, que aprecio muito e que vem estando em baixa, com a popularização dos heróis cinzas, amargurados e de moral dúbia.

Que venha o próximo da série!

E você, também viveu uma grande história?

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